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sábado, 27 de fevereiro de 2010

Estrela do Pop

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Fim da enquete:
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Lady Gaga é...

A) Autêntica, uma mulher idealista e com personalidade própria.
B) Um personagem criado pela gravadora.
C) As duas coisas.
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E o resultado foi este:



Tem música que faz muito sucesso, mas tem coreografia que faz da música um grande sucesso. No caso da Lady Gaga acho que não é preciso nem música e nem coreografia, só o jeito que ela se veste já dá o que falar. Mas sinceramente o estilo dela não faz a minha cabeça.
Agora deixo uma animaçãozinho com uma coreografia de muito sucesso.
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O que achou do resultado da enquete?





Próximo Post: Sem querer querendo.
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Beijinho

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Ônibus?

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É.

Querem que a gente vá de ônibus.

Dê uns tempos para cá tenho visto muitos anúncios dentro dos ônibus incentivando o uso desse meio de transporte.

No ônibus que eu ando sempre está super lotado de gente.

Nele há assentos reservados para os idosos, gestantes, deficientes físicos, obesos e pessoas com crianças de colo.

Eu nunca passo pela catraca, só quando eu chego no meu destino, aí sim, eu pago a passagem e passo pela catraca para poder desembarcar.

Sabe por que eu faço isso?

Porque do lado de lá da catraca não dá nem para respirar de tanta gente que tem ali.
Nós que andamos com cadernos, bolsas, guarda-chuva, casacos de frio (nunca se sabe quando vai esfriar), sabemos o quanto é complicado ter que ficar em pé no ônibus.

Por isso eu fico sentada lá na frente (antes da catraca) porém, sempre que entra um idoso, uma gestante, um deficiente físico, uma pessoa com crianças ou um obeso, pela regra, eu me levanto para que essas pessoas se sentem.
E ai de quem não ceder lugar para eles, pois tem umas senhoras e senhores que fazem um escândalo e xingam todo mundo de mal educado por causa desses benditos assentos, e aí ninguém se atreve a se sentar no lugar deles.
Bom, eu não me encaixo nessa categoria de mal educados porque eu sempre cedo o lugar.
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Aí eu me pergunto: Nós que não somos idosos, gestantes, deficientes físicos, obesos e não andamos com crianças, teremos nosso assento reservado quando?

Será que minha passagem é mais barata? De jeito nenhum e mesmo assim eu não tenho direito de me sentar porque esqueceram dessa categoria de passageiros.

Quando será que finalmente se lembrarão de nós?
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Para completar, há um tempinho atrás o motorista começou a discutir com um motoqueiro (briga de trânsito mesmo) e ele simplesmente parou o ônibus no meio da rua e desceu para brigar com o motoqueiro.
Nós passageiros tivemos que esperar o motorista levar uns "tabefes" do motoqueiro para que finalmente ele voltasse para o ônibus e continuasse o trajeto.
Já tinha gente ligando para a polícia, se o motorista demorasse mais um pouco ele e o motoqueiro seriam levados para a delegacia e nós passageiros nos atrasaríamos para nossos compromissos. Acho que o motorista pensa que a gente anda de ônibus só para nos destrairmos, só para passear.
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Outro dia o motorista resolveu mudar de rota para fugir do trânsito e eu fui parar em um lugar totalmente desconhecido.
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Andar de ônibus é uma verdadeira aventura, é impressionante a quantidade de fraudes que esses motoristas cometem, embora nem todos sejam assim (isso eu tenho que reconhecer e não posso generalizar).
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Mas para mim o pior disso tudo é a falta de segurança na cidade que gera assaltos dentro dos ônibus.

E agora para completar não pára de chover e temos enchentes seguida de enchentes. Já estamos mudando nossos hábitos e está se tornando normal ver canôas e barcos circulando pela cidade, sem contar os carros que ficam boiando e são abandonados no meio da rua por causa da água.
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Quer dizer: Não resolvem o problema da super lotação, não resolvem o problema do trânsito, não resolvem o problema das enchentes, não resolvem o problema da segurança e querem que a gente vá de ônibus!
Eles têm a cara-de-pau de pedir que usemos ônibus! (e o pior é que quem depende de transporte público, gostando ou não gostando, tem que usar de qualquer jeito mesmo)
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Se eu tivesse carro (e se eu soubesse dirigir kkkk), por mais que eu veja campanhas até na televisão pedindo para as pessoas abandonarem os carros, eu jamais trocaria um carro por um ônibus porque andar no ônibus que eu ando é simplesmente desumano.

Quando chove é horrível, a gente fica no ponto, um engraçadinho passa de carro e espirra água na gente, aí já entramos no ônibus enxarcados, com nossa bolsa, nosso caderno, tudo molhado.
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Não podemos nos sentar porque não temos direito, só consegue lugar os passageiros que embarcaram no 1º ponto, à partir do 2º não tem mais lugar e não tem mais ônibus, pois ele só passa de 40 em 40 minutos e sempre lotado.
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O governo do Estado de São Paulo está ampliando as linhas do metrô e criando novas linhas, é o chamado "Plano de Expansão". Se eles estão investindo na obra a mesma quantidade de dinheiro que estão investindo nas propagandas para fazer marketing do governo do estado, podemos ter certeza que vai funcionar porque eu estou vendo tanta divulgação desse projeto que parece que eles gastam mais em marketing do que na obra em si, rsrs.
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Próximo post: Trabalho é bom e eu gosto
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Beijinho

sábado, 6 de fevereiro de 2010

As Cheias de Opinião


Há tempos atrás a mulher não tinha vóz na sociedade, mas hoje ela tem, e usa e abusa disso.
As apresentadoras de TV que o digam, elas são todas cheias de opinião!

Mas eu imagino que ninguém queira ir em um programa de televisão para ficar tomando "patada" de apresentadora.
Algumas delas me passam a impressão de que querem que suas respectivas opiniões prevaleçam sempre, pois contra-atacam as opiniões de todo mundo. Não basta apresentar, elas querem debater também.

Têm certos programas de auto-ajuda em que a pessoa que participa vai em busca de uma solução para seu problema particular, então eu imagino que essa pessoa esteja disposta a acatar tudo o que a apresentadora diz. Isso quer dizer que a apresentadora tem o direito de dar "patada" no participante, pois ele se propôs à isso, rs.
Porém, além da apresentadora frequentemente tem um psicólogo para opiniar e a platéia pode opiniar no caso apresentado também. Apresentadora, platéia e psicólogo opinando no mesmo problema para resolvê-lo.

Já que em um programa como esse muitas pessoas podem dar seus pitacos para resolver o problema apresentado, é legal que o convidado tire suas próprias conclusões.

Imagine se apresentadora, psicólogo e platéia entram em conflito e queiram impôr suas opiniões?

O programa acaba virando um ringue. E com briga ninguém resolve nada, por isso é tão importante respeitar o espaço do outro.

Agora se a apresentadora querer discordar de todo mundo e querer mostrar que só ela está certa, aí fica difícil né!
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Umas falam demais e outras de menos.
Gente! Que maldade o que o Rafinha Bastos postou sobre a Daniela Albuquerque no Twitter dele há um tempo atrás:



Eu gosto da Daniela, ela está começando agora né gente!
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Só que a minha mensagem hoje é muito mais do que ficar "fritando" apresentadoras que eu imagino que sejam cheias de fãs, talento e dinheiro.

Eu falo à respeito de uma dinâmica sobre "engolir sapos" que eu participei. Acho que muita gente já deve conhecê-la.

O professor pediu para que a turma se dividisse em dois grupos. Tímidos de um lado e Extrovertidos do outro. Eu sou tímida e fiquei, portanto, no grupo dos tímidos.

Então cada grupo bolou perguntas para fazer, um ao outro.

Um representante do grupo dos extrovertidos leu uma pergunta para o meu grupo.

Nós então respondemos e eles tiveram direito à uma réplica, porém, nós tímidos não tivemos direito à tréplica, tivemos que ficar calados.

Na nossa vez de ler a pergunta foi a mesma coisa, eles responderam, nós tivemos direito à réplica e eles não tiveram direito à tréplica, tiveram que "engolir" nossa resposta calados.
E assim seguiu a dinâmica.

Ao final disso tudo, tinha até gente discutindo lá fora sobre as perguntas, afinal de contas, não tivemos o direito de falar tudo o que queríamos.

O professor explicou que essa dinâmica é para mostrar que é muito bom a gente se expressar, dizer nossa opinião, mas às vezes na vida é preciso "engolir sapos". Principalmente no trabalho que nosso chefe dirá coisas que teremos que engolir. Não podemos ficar batendo boca com o chefe toda hora.

Cada grupo teve seu tempo de 'falar', mas no tempo de 'ouvir' muita gente queria discutir, não queriam ficar calados e "engolir" a resposta do outro. Lógico que não é necessário concordar, mas sim, ouvir e respeitar.
Só que parece que as pessoas só ficam satisfeitas quando a última palavra é a sua. Todo mundo quer ser o último a falar para ficar com a sensação do tipo "acabei com ele" ou "calei a boca dele".
Querem se sentir o "Bam-Bam-Bam", o "cheio de personalidade".

Embora essa dinâmica tenha sido voltada ao trabalho, eu a levei totalmente à minha vida pessoal.
Antes eu batia boca com meus pais, com as minhãs irmãs. Hoje eu coloco minha opinião e escuto o que os outros têm à dizer sem ficar rebatendo o ponto de vista deles.

Senão a gente fica em um bate-rebate, bate-rebate, bate-rebate, que não acaba nunca.

Eu penso assim: Minha opinião eu já falei, já estão cientes do que penso, agora vou deixar que eles falem também, sem contrariá-los, apenas respeitando.

E depois disso, minha relação com a minha família, que não era uma relação ruim, está ficando melhor ainda, Graças à Deus!
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Que bom que hoje a mulher pode se expressar, mas não podemos achar que a última palavra tem que ser sempre a nossa. Já sabemos que a mulherada tem opinião, tem personalidade, mas vamos ser ouvintes também. Eu acho que o legal é ouvir a opinião do outro, sem permitir que essa opinião interfira na sua.
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Eu via esse respeito no programa "Casos de Família" quando era apresentado pela Regina Volpato. Agora ele é apresentado pela Cristina Rocha e eu ainda não assisti mas eu sei que ela é muito divertida, eu me lembro quando ela apresentava o "Alô Cristina". Mas a Regina deixava os convidados se explicarem, deixava a platéia falar sem dar "patada" na resposta dos outros, deixava o psicólogo falar, sem ficar discordando de cada letra que ele dizia e no final ela também passava sua própria mensagem aos convidados.

E para mim, no final das contas, quem dava um show de opinião era a platéia.


Próximo Post: Ônibus?
Beijinho