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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O Incompetente cheio de Competência

Eu ganhei 3 selinhos. O selo Melhores de 2008 eu ganhei do Márcio Ribeiro e do Felipe. O selo Prêmio Dardos eu ganhei também do Felipe. E o selo Esse blog fala com o Coração eu ganhei da Tay.

O Incompetente cheio de Competência
Existe uma diferença entre ter competências e ser competente. Quando procuramos emprego, cada vaga pode exigir dos candidatos determinadas competências, por exemplo: a vaga exige curso superior, curso de informática, digitação, inglês, pode exigir também um certo tempo de experiência na função, entre tantas outras competências.
Provávelmente algum candidato terá todas essas competências. Mas, isso não é garantia de que ele seja competente pois, já que o atual mercado de trabalho está exigindo cada vez mais que os funcionários sejam capacitados, as pessoas se enchem de cursos e especializações para conseguirem a vaga, afinal, o mercado está cada vez mais disputado.
Realmente, as chances de se conseguir um emprego são maiores para quem tiver o maior número de competências. Porém, só se mantém no mercado quem for competente.
Embora a mentalidade das pessoas esteja mudando, a maioria ainda escolhe uma profissão pensando em qual área é mais fácil de conseguir trabalho ou qual área é mais rentável.
Essas pessoas não se preocupam em exercer sua real vocação. Então, elas arranjam o emprego da sua área de formação (não na sua vocação) mas, não desempenham seus trabalhos com a eficácia e entusiasmo que as empresas querem. Esse funcionário não trabalha no que gosta, não exerce sua vocação e por isso, mesmo com um longo currículo cheio de cursos extra-curriculares, ou seja, cheio de competências, ele não é competente para essa função, ele não nasceu para isso, ele não gosta. Ele é o incompetente cheio de competências.
Vou dar um exemplo: Uma pessoa pode não ter curso de digitação e digitar maravilhosamente bem. Isso acontece porque ela tem talento para isso, ela é competente para isso. Mas, a falta de um diploma em curso de digitação pode fazê-la perder a vaga para outro candidato. Ela não tem a competência que a empresa pede mas, é uma profissional competente, só falta o curso (rs).
É mais ou menos assim: Um tem talento mas, não tem curso. O outro tem curso mas, não tem talento (rsrs).
E antes que alguém diga: "se certa pessoa não fosse competente ela não conseguiria concluir o curso".
Claro que conseguiria. Eu tenho curso de informática mas, longe de mim trabalhar com isso, não gosto, minha vocação não é essa, eu sinto que não sou competente para trabalhar com informática e se eu trabalhasse nessa área com certeza meu desempenho não seria bom porque quando a gente trabalha no que não gostamos, o trabalho se torna sacrificante, fica aquela coisa chata e conseqüêntemente nosso desempenho vai por água à baixo.
É o que eu falei, existem pessoas que têm competência para a função, trabalham nessa função mas, não são competentes. É diferente ter competência e ser competente. Podem dizer também que muitos incompetentes se mantém no mercado de trabalho sim. Lógico que existem incompetentes no mercado de trabalho mas, não por competência dele e sim por pilantragem, puxa-saquismo, etc. Mas, excluindo esse tipo de funcionário e avaliando os funcionários por competência, só se mantém no mercado que for competente sim.
E antes que alguém diga que o termo correto não é esse, eu digo que é esse sim, eu sei o que estou falando, eu pesquiso antes de postar qualquer coisa, ao contrário de certas pessoas que comentam aqui no meu blog (não todas, lógico rs). O termo correto são estes mesmos "competente e competência".
Então, mais do que termos milhares de competências, vamos ser competentes.

Beijinhos
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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Rompeu-se

O que eu ensinar para os meus filhos, eles ensinarão para os filhos deles no futuro. Caso eu tenha o costume de bater em meus filhos, eles baterão nos filhos deles também. Chamam isso de ciclo vicioso.

Mas, meu pai sempre me contou sobre as surras que ele tomava do pai dele quando era criança e no entanto, meu pai nunca me bateu.
Ele apanhou do meu avô, que apanhou do meu bisavô, que apanhou do meu trisavô, que apanhou do meu tataravô, e assim por diante (é que eu só sei falar até tataravô, depois disso não sei mais como se fala rsrs).

E meu pai não levou esse círculo à diante, e olha que ele tem um histórico de agressões bem longo, ele é neto de escravos, aqueles escravos que viviam em senzalas, apanhavam no tronco e tudo mais. Graças à Deus ele dispensou essa herança de família e não se tornou agressivo.
E eu fico me perguntando: em que época ou em quais circunstâncias esse cíclo se rompe?

E ainda bem que se rompe né. Felizmente nasce um membro na família que consegue enxergar além do que lhe foi ensinado. Consegue criar conceitos diferentes dos conceitos de seus pais. Talvez por causa de suas religião, ou talvez por influências recebidas de pessoas fora da família, por uma série de motivos talvez. (Ou porque ela nasceu diferente mesmo ué! rs).

Psicologicamente falando, sabemos que é o ambiente que faz a pessoa e a convivência nos faz ficar parecidos com nossa mãe, pai, irmão, avó, etc. De tanto convivermos com eles, muitas características de nossa personalidade ficam parecidas com as deles. Só que às vezes em uma família em que todos os seus membros são pessoas de bem, tem aquele que resolve desandar mesmo tendo recebido a mesma educação que os demais e convivendo com as mesmas pessoas.

Isso acontece porque todas as regras têm suas exceções. Porém, as exceções não anulam a regra. Mesmo com exceções a regra continua valendo. Portanto, vamos educar nossos filhos da melhor maneira possível pois, eles passarão adiante todos os nossos ensinamentos.
Por que meu pai não me educou com a mesma ignorância que ele foi educado? Porque "Deus, na pessoa de Jesus Cristo pode acima de tudo transformar e moldar o homem por mais débil que esse seja, dando-lhe uma nova vida, um novo caráter e temperamento".
Vamos educar bem as nossas crianças pois, ninguém consegue mudar um mal caráter, só Deus consegue!

Por isso, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas antigas se passaram, eis que tudo se fez novo". (II Coríntio 5:17).
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Tem gente que não precisa trabalhar. Será?

Segundo o escritor, psiquiatra, pós-graduado em Gestão de Negócios e doutor em administração de empresas Roberto Shinyashiky, trabalhar é servir o próximo. É um compromisso que temos com o próximo. Em seu livro "Os Segredos do Campeões" ele diz que quando você ama o que faz, pode se tornar um prisioneiro da rotina e uma vítima da acomodação. Uma das idéias que mais tem levado o profissional à acomodação é a de amar o que faz. Quando você ama somente o que faz, você corre o risco de olhar só para o computador que fica em tua mesa de trabalho, olhar só para a calculadora, para o elevador da empresa, e não olha para o cliente.
Ele ainda diz: "Não ame simplesmente o que você faz. Ame o próximo".
Ame a pessoa que se dirige até a padaria para comprar os pães que você faz. Ame a pessoa que vai até o teu consultório te contar sobre seus dramas. Ame a pessoa que graças ao ônibus que você dirige ela consegue chegar todos os dias no trabalho.
O primeiro compromisso do profissional é com o outro e não com o salário que ganha. Portanto, é um equívoco achar que existem pessoas que não precisam trabalhar porque essas pessoas são sustentadas pelos pais e já têm dinheiro o suficiente. Como eu acabei de dizer, o primeiro compromisso do profissional é com o outro e não com o dinheiro. Então, rico ou pobre, todo mundo precisa trabalhar. Se somos de uma família rica e não necessitamos de um salário porque já recebemos mesada; melhor ainda! Não seremos mais um que vive lutando por um salário melhor, podemos trabalhar voluntariamente. Com certeza tem alguém no mundo precisando do meu trabalho, da minha mão-de-obra, independentemente da minha posição financeira. Rico ou pobre, todos têm talentos, vocação, ninguém é inútil, para alguma coisa a gente tem que servir, né (rsrs).
Pesquisas mostram que o jovem de hoje está começando a trabalhar muito tarde. Eu mesma conheço rapazes de 19, 20 anos que nunca trabalharam. O trabalho é uma fonte de conhecimento, de ensinamentos. O trabalho nos faz amadurecer e crescer como pessoa. Dependendo do trabalho, o ser humano desenvolve espírito de equipe, aprende a respeitar o espaço do outro, aprende a ouvir o outro, exercita sua capacidade de resolver conflitos, exercita sua criatividade, aprende a receber e respeitar ordens, consegue ver o que é lutar para alcançar uma meta, aprende a competir, aprende a negociar enfim, o trabalho traz incontáveis benefícios ao homem. Mas o principal, e o que Deus quer que façamos, é servir o próximo. Não importa se eu tenho muito dinheiro ou se eu não tenho dinheiro, eu tenho que servir o próximo com amor e assim, fazer a vontade de Deus.
Precisamos do pedreiro para construir nossas casas, precisamos do varredor de rua para manter a cidade limpa e mais bonita, precisamos do carteiro para levar e nos trazer cartas de pessoas queridas que estão longe e assim, nos fazer matar um pouquinho da saudade, precisamos do motorista de ônibus para nos transportar ao médico, ao trabalho, à nossa casa, precisamos da cozinheira que mata nossa fome no horário de almoço ali no restaurante da esquina, precisamos das costureiras para fazer as roupas que vestimos, precisamos do guarda de trânsito para pôr ordem nos carros e nos ajudar a atravessar a rua quando algum semáforo estiver quebrado. E esse compromisso que temos com o próximo, é também responsabilidade social.
Roberto Shinyashiky ainda diz que "quem serve o próximo, serve à Deus. Quem trabalha serve à Deus." Afinal de contas, Deus mandou a gente trabalhar. E obedecendo à Deus, estamos fazendo a vontade Dele, ou seja, estamos servindo à Ele.
(então, se alguém aqui acha que o conceito de responsabilidade social surgiu nos departamentos de marketing das grandes empresas, está muito enganado. A verdadeira responsabilidade social, ou seja, o compromisso com o próximo, foi criado por Deus).
Diz o jornalista Mário Rosa: "Quem trabalha bem nunca é egoísta; egoísta é quem não trabalha. Para ter sucesso profissional, você precisa obrigatóriamente pensar no outro. Quando pára de pensar no outro, a decadência se torna inevitável."
Portanto, essa história de que "fulano já ganha mesada da família e por isso não precisa trabalhar"; não é verdade. Todo mundo precisa trabalhar porque todo mundo precisa servir à Deus, todo mundo tem um compromisso com o outro.
(Hoje eu não estou falando sobre problemas sociais, não misturem as coisas, estou falando sobre o valor do trabalho e não sobre o desemprego).

Beijinhos
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

O Romantismo

O romantismo que vou falar não é aquele movimento artístico, viu gente. Vou falar sobre aquele estilo de amar.
Para mim, ser romântico é mostrar seus sentimentos de uma maneira pura, até ingênua ou sem malícia. É usar doçura no relacionamento. Romantismo para mim tem tudo haver com sentimentos e nada haver com desejo físico.
Eu me considero romântica.
O presente mais romântico que já recebi foi uma caixinha de música. Essa caixinha me deixou nas nuvens (rs).
Não sei se a maioria das mulheres ainda são românticas (deve ser) mas, eu conheço muitas que detestam ganhar flores. Elas preferem ganhar presentes mais úteis.
Eu prefiro ganhar flores exatamente porque elas não servem para nada (apesar que elas servem de decoração por alguns dias). Eu acho que um buquê de flores é um presente simbólico, para mim, ele representa o romantismo e consegue expressar as intenções da pessoa que está nos presenteando. Um rapaz que presenteia com flores provavelmente é romântico (ou pelo menos está fingindo ser romântico só para nos conquistar).
Bom. Eu gosto de ganhar flores mas, entendo perfeitamente as razões das pessoas que não gostam. Acho que no fundo, no fundo, eu só admiro receber flores porque nunca recebi nenhuma (rsrs). Ninguém ainda teve a brilhante idéia de me dar um buquê de rosas que são as minhas preferidas.
Eu acho que quando um homem resolve presentear uma mulher (ou vice-versa) ele tem se informar à respeito do gosto dela. Como eu já disse, eu sou romântica. E uma vez um menino me deu de presente uma camiseta de time de futebol. Vocês acham isso romântico? Não preciso nem dizer que eu detestei o presente né!
Por essas e outras razões é que eu prefiro os presentes simbólicos mesmo (rsrs).
Eu adoraria receber uma homenagem de amor publicamente e adoraria homenagear alguém também, é que me falta verba no momento (rs). Tem gente que contrata aqueles carros de "loucuras de amor" e homenageia sua amada (o).
Minha irmã odeia essas coisa, ela diz que se um dia ela recebe uma dessas loucuras de amor, ela vai xingar tanto essa pessoa, de tanto ódio. Muitas pessoas consideram essas homenagens públicas como um dos maiores "micos" que alguém pode pagar.
Eu admiro muito os homens que conseguem ser românticos, aqueles que sabem dizer palavras românticas, aqueles que mandam chocolates, flores, cartões, bichinhos de pelúcia, aqueles que até compõem músicas para sua amada, aqueles que escrevem cartinhas, aqueles que fazem serenatas de amor, etc.
Me respondam:
-Vocês acham que as mulheres ainda são românticas? Ou só uma minoria?
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domingo, 5 de outubro de 2008

É a vez deles

Muito se diz por aí que a mulher mudou, hoje nos chamam de mulher moderna. Dizem até que as crianças mudaram, afirmam que as crianças de hoje não são como as crianças de antigamente. Mas, não podemos esquecer que o homem também mudou, ou pelo menos, está mudando.
Foi-se a época em que eles visitavam mensalmente (e olhe lá) o barbeiro para aparar a barba e cortar os cabelos. Os homens se desprenderam de certos preconceitos e isso está os levando cada vez mais às clínicas de estética.
Eu li aqui na internet que uma recente pesquisa mostra que 40% dos clientes de shopping Center são homens (na parte de vestuário).
O tratamento mais procurado por eles é o tratamento de calvice, este é o primeiríssimo do ranking. Por que os homens não querem ficar carecas? Isso só eles podem nos responder (rs). Os cabeleireiros dizem que o cabelo é um dos fatores que mais alteram a auto-estima das pessoas pois, ele modela o rosto e possibilita grandes mudanças visuais.
Outro tratamento que os homens procuram bastante é a depilação definitiva pois, muitos deles se queixam que a lâmina causa reações alérgicas e irritação na pele.
E tem também muitos homens fazendo tratamento contra a acne.
Eu conheço muitíssimos homens que gostam de fazer as unhas, eles só não usam esmalte, usam no máximo uma base (aquele esmalte incolor).
Outro tratamento muito procurado pelos homens é o tratamento que diminue as rugas.
E está crescendo também o número de homens que gostam de seguir a moda e fazem academia para estar sempre "sarados".
Olha! Eu sempre achei que os homens deveriam se depilar, pelo menos embaixo do braço, por questões de higiene pessoal mas, tem muito homem que não gosta de depilação de jeito nenhum. Tem os que gostam de usar um perfuminho, um enxagüante bucal, desodorante apenas por questões de higiene mesmo.
Têm homens que colocam a primeira roupa que vêem no guarda-roupas e têm aqueles que só saem de casa com a roupa impecável e muito bem passada. Têm homens que só lavam os cabelos com água mesmo mas, também têm aqueles que usam shampoo, condicionador, cremes para pentear, hidratantes capilares, gel, tinturas e por aí vai (meu pai gosta de alisar o cabelo rsrs).
Está aumentando cada vez mais o número de homens brasileiros que frequentam salões de beleza e clínicas de estética, já virou um enorme mercado porém, ainda existem muitos homens com um certo preconceito, eles dizem que isso tudo é coisa de mulher. Mas, eu não poderia deixar de falar que nem sempre é preconceito, muitas vezes é uma questão de gosto, ninguém é obrigado a gostar de fazer as unhas, cabelo, academia, passar cremes no corpo, etc. Gosto é gosto.
E vale lembrar também que existem mulheres com preconceito em relação aos homens que cuidam da aparência.
É gostoso a gente ficar de bem com o espelho mas, só vamos tomar cuidado para não nos tornarmos escravos da beleza.

Beijinhos
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