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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Punir ou não punir mães desesperadas?

Eu já vi várias reportagens na televisão sobre filhos que foram vítimas de crimes cometidos por suas proprias mães. É uma manchete mais triste que outra:

Mãe joga filho recém-nascido no lixo.

Mãe joga o filho recém-nascido em uma fossa.

Mãe espanca a filha de 3 anos.

Mãe afoga bebê na banheira.


E por aí vai...
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Polícia diz que mãe jogou filha no lixo por causa da depressão pós-parto.

Eu acredito que existam mulheres que realmente sofrem de depressão pós-parto, muita gente me critica mas eu acredito até que se a pessoa não tivesse essa doença talvez ela não cometeria crime nenhum. Assim como eu também acredito que tem mães que espancam seus filhos e não estão com depressão pós-parto coisa nenhuma, eu acho que existem sim as mães desnaturadas.


Sobre o vídeo acima, só o diagnóstico vai poder afirmar se realmente essa mãe sofre de depressão pós-parto ou não. Eu não estou dizendo que ela é inoscente.
Eu pesquisei um pouco, aqui na internet mesmo, sobre o que é depressão pós-parto, vi uns vídeos no YouTube.

A depressão pós-parto é uma íra excessiva, uma tristeza excessiva e descontrole. Ela costuma ser uma raiva sufocada.

O alvo de uma mãe com depressão pós-parto pode ser qualquer pessoa, não somente seu filho.
Psicólogos dizem que sentir tristeza após o nascimento de um filho, é normal. Mas se essa situação demorar mais de um mês, é melhor procurar ajuda. A doença é séria, afinal de contas, ela faz a mãe rejeitar o próprio filho.

E agora vem a pergunta: Deve ser punido ou não?

Olha!
Eu já vi muitas pessoas dizendo na televisão que todo crime deve ser punido, independentemente de o criminoso ser doente ou não. Uma pessoa só não é punida em casos de doenças que a deixam fora de si. Mas muitas pessoas doentes cometem crimes sabendo exatamente o que estão fazendo, por isso a doença não justifica, mesmo sendo doente, ela terá que ser punida.


No caso de depressão pós-parto, eu acho que a justiça deve julgar o que achar melhor.
Agora vejam o que essas mães fizeram com seus filhos:


Mãe acorrenta filho para salvá-lo das drógas





Mãe acorrenta filho viciado em drogas


Essas mães não estão com depressão pós-parto, mas elas estão doentes. O que elas tem é uma doença chamada co-dependência.

E essa eu conheço bem porque eu tenho dependentes químicos na minha família.

Infelizmente o vício acaba contaminando todo mundo.

O que acontece é o seguinte; a pessoa que toma conta do usuário de drógas, age como babá dele e nem percebe que esse comportamento está alimentando cada vez mais o seu vício.

Ela dá banho nele quando ele chega sob o efeito da dróga ou álcool;

ela sobe o morro para comprar drógas para ele porque tem medo de que os traficantes o matem;

vira uma espécie de "secretária" cuidando de todos os assuntos financeiros e profissionais dele;

tem dificuldade em dizer "não";


vive inventando desculpas para o chefe dele, justificando as ausências no trabalho;


esconde ele dos parentes, dos amigos, etc;


e em atitudes desesperadas ela pode chegar ao extremo de acorrentar o dependente químico dentro de casa ou só trancá-lo dentro de casa para que ele não saia para comprar drógas.

Os co-dependentes deixam de viver a própria vida para viver a vida do outro e acham que só serão felizes quando o outro largar o vício.

E isso não é verdade. Nós temos que ser felizes independentemente do que acontece com o nosso pai, mãe, filho, irmão, tio, avó, primo, amigo, marido, etc, etc, etc...O co-dependente pode ser um cônjuge, pai, mãe, filho, amigo, e assim por diante...

Os dependentes químicos são manipuladores. Eles manipulam as pessoas emocionalmente quando querem dinheiro para comprar drógas. Eu conheci uma senhora que era sempre manipulada pelo seu filho usuário de drógas. E uma vez ela lhe disse não. Ele tentou manipulá-la, se fez de coitadinho, chorou, chorou, chorou, disse que tinha dívidas com traficante e estava sendo ameaçado de morte, mas ela não deu se quer um centavo para ele.

E ele saiu para assaltar as pessoas nas ruas, voltou para a casa com drógas e disse para sua mãe: Para mim a senhora morreu!

Lógico que ele disse isso em mais uma tentiva de manipulá-la.

Uma mãe agüenta uma coisa dessas?

Uma mãe que precisa dizer não ao filho senão a dróga vai matá-lo, mas sabe que esse não vai fazê-lo cometer delitos nas ruas, realmente leva-a a cometer atos extremos de acorrentar o próprio filho em casa.

Agora pensem comigo:

Se tudo que a mãe de um usuário de drógas mais deseja é ver seu filho longe das drógas, como pode essa mesma mãe subir o morro e trazer drógas para ele?

Contraditório, não é mesmo?

Essa mãe está completamente desorientada, ela precisa de ajuda.

Ela não precisa de punição, ela precisa é de INFORMAÇÃO.

As mães que apareceram nos vídeos que eu postei precisam de um acompanhamento psicológico, elas precisam aprender a como agir com dependentes, precisam aprender qual a melhor atitude que elas devem tomar em cada ocasião.

Existe um programa chamado al-anon, que é um programa para co-dependentes. Trata-se de um grupo de pessoas que se reunem para contar sobre todo o sofrimento que passam por causa dessa co-dependência. As mães dos vídeos que postei precisam ser tratadas, precisam ser encaminhadas para esses grupos de ajuda para que possam aprender a como lidar com o parente ou amigo viciado.

Elas estão errando, mas é por falta de conhecimento.

Os próprios filhos acorrentados não condenam a atitude de suas mães. Na grande maioria dos casos os filhos prestam depoimento a favor das mães.

Muitos deles até pedem para ser acorrentados, como na notícia abaixo:


Para fugir do crack, adolescente pede para ser acorrentado


"Um adolescente, de 17 anos, usuário de crack e morador da cidade de São Cristóvão (SE), pedia à mãe para ser acorrentado à cama para não comprar a droga. “Quando estava consciente, ele mesmo pedia para ficar amarrado", diz a conselheira tutelar Eloína Matos de Azevedo".


Fonte: G1

Vale lembrar que nos vídeos que eu coloquei aqui sobre mães que acorrentaram seus filhos usuários de drógas, em nenhum caso ocorreu maus tratos. As mães permitiam que seus filhos utilizassem o toillet, tomassem banho, as mães davam comida e água à eles normalmente, eles não foram espancados por elas, o único mau trato foi o fato de eles estarem acorrentados, mas isso é totalmente compreensível nessas circunstâncias.

Acorrentar o filho não resolve o problema, mas foi uma atitude de desespero dessas mulheres, foi a única maneira que elas encontraram de fazer seus filhos não usarem drógas. Elas precisam ser orientadas a como agir adeqüadamente.

Teve uma mãe em um dos vídeos que disse que prefere ver o filho acorrentado dentro de casa do que vê-lo morto em um caixão.

Pelo menos, para mim, o que ela fez não foi correto mas, foi compreensível.

É um tanto revoltante ver a justiça punindo uma mãe que acorrentou seu filho na tentativa desesperada de salvar a vida dele, e não ver a mesma justiça punindo o traficante que arranja a dróga para as pessoas e mata seus devedores.

Lógico que um erro não justifica o outro. Só porque muitos traficantes e assassinos ficam impunes, não significa que todos os outros crimes tenham que ficar impunes também. Mas mesmo assim isso me deixa meio revoltada.

Infelizmente existem mães e pais, que maltratam os filhos, acorrentam os filhos, espacam os filhos sem eles terem feito nada, esses filhos nem são usuários de drógas, muitas vezes ainda são crianças. Pais assim devem ser punidos mesmo.

Mas têm aquelas mulheres que não sabem como agir com um filho usuário de drógas da melhor maneira e acabam tomando atitudes desesperadas, impensadas.

Esse tipo de mãe eu não puniria porque eu não considero um crime

(mas, eu sei que não sou eu quem decide o que é crime e o que não é crime nesse país, rs).

Mas mesmo assim eu acho que cada caso deve ser muito bem avaliado e investigado para que não haja injustiça.

E aconteça o que acontecer, nenhum crime deve ficar impune.

BeijinhoImage Hosted by ImageShack.us

22 comentários:

Layz Costa disse...

É Juli, na verdade isso é muito complicado mesmo! :}
Eu até entendo a depressão pós-parto mas não entendo como uma mãe pode agir de forma cruel com seu filho, mesmo nesse sofrimento eu acredito no instinto, no amor INCONDICIONAL.
beijo;*

Gerly disse...

Complicado, July.

E certo que todo crime deve ser punido, o problema aqui é decidir o que é crime e o que não é, e caso tem q ser analisado separadamente.

Não dá pra fazer um bolo só e dizer que toda mãe que bate no filho é criminosa, e não dá pra passar a mão sobre os que se apóiam nas doenças psíquicas.

Deixo isso com a "justiça".

Vc hoje me deixou sem resposta.

Mas quem disse q a gente tem q ter resposta pra tudo, não é? rs..

Saída pela direita!

beijokas!

:o)

Bertonie disse...

É meio complicado a gente ter uma opinião formada sobre tudo.
Eu acredito que todo crime deve ser pago com punições. Mas mães que sofrem de doenças bárbaras em que elas não conseguem se controlar, acho que devem ser internadas. Mas com doenças que a pessoa está lúcida e sabe perfectamente o que está fazendo, ah, deve ser punido sim, senhora.
Queria ter visto os vídeos mas minha internet me impede desse recursosinho que tanto queria eu. buabua.

passa lá no meu blog viu?

beigos mil

Chico disse...

Oi Juliana, sopre essa polemica é meio complicado, pelo menos eu acho... Como ficaria o Filho, iria pra uma casa especial ou iria com a mãe?


Acho que vou ficar no muro..

E venho aqui pra dizer que tem um selo pra você lá no meu blog se te interessar passa lá e pega !!

Abraços.

' Sofih disse...

É muito complicado, porque cada caso tem que ser visto de um modo que deixe claro o que realmente aconteceu. Só que a justiça não tá nem aí. Simplesmente faz assim: "Aconrrentou? Vai presa. Matou? Vai presa. Bateu? Vai presa." Eles não veem direito as coisas. Aí fica difícil!
Acho que em um ato de defesa ou pra impedir que algo pior aconteça, é meio certo tipo prender o carinha, mas não sei direito.
Beijos

Martinha disse...

É sempre muito complicado julgar este tipo de casos, porque cada caso é um caso.
Mas concordo perfeitamente com o que disseste:
Quando as pessoas estão doentes e não têm consciencia dos mal, aí elas deviam ser internadas ou teres acompanhamento rígido, para serem tratadas. Mas quando estão doentes e perfeitamente lúcidas, aí deviam ser castigadas. Os crimes cometidos, dentro da legalidade, têm que ser punidos!
Beijinho Juliana *

Eliane disse...

Eu acredito que educar é uma arte e que nem todas as mulheres a possuem.Não aceito em hipótese nenhuma determinadas condutas de massacre as crianças.Se não as quer,pou um motivo ou outro doe-as ou simplesmente não as tenha.
Adorei as postagens !
Um beijo,Ju

janaina de almeida disse...

Juliana, parabéns pelo seu post, bem elucidativo, por isso que tem um presente, um meme para ti lá no blog, ok?
Bom, sobre o post,o caso de depressão pós parto não é frescura como disse certa vez o ator Tom Cruise(ele está aqui no Rio).Depressão pós parto merece atenção e tratamento.Agor eu penso que dependendo do nível de depressão a criança deveria ficar afsatda da mãe, pois nesse caso é um caso psicológico.Ué, quando a mãe contrai rubéola ou outra doença a criança ao nascer também é afastada da mãe.
Agora essas infelizes que matam seus filhos, Juliana, prefiro nem comentar.
Um abraço, parabéns e não se esqueça do meme, beijos.

Anderson Emídio disse...

Olá Juliana.

Parabéns pela postagem,muito bem escolhida.
Particularmente considero toda manifestação de violência um desequilíbrio psíquico.É preciso "punição" mas não nos padrões que conhecemos aqui no Brasil.
O sistema não recupera ninguém,é preciso um investimento em infra-estrutura no sistema carcerário e um projeto de ressocialização atravéz de programas de recuperação.
A informação é importante mais o problema maior está na base,ou seja,família.
Quando a família se ausenta a mídia corrompe e a sociedade pune,este ciclo é interminável pois ninguém consegue transferir aquilo que não recebeu.
A falta de estrutura familiar gera este quadro que vemos diariamente por todo país.


Beijos e uma excelente semana a você e sua família.

✰тєcα✰ disse...

Sem comentários...tenho uma opinião que não é bem vista pelas pessoas, prefiro me omitir...rs Beijinhos Juh ótima semaninha pra ti!

sandre disse...

Uma grande problematica, esta questãos.
Porque a própria sociedade tem perdido o foco da questão.
Entre crime, insanidade, doença, etc.
A separação dos casos é um processo vital, para chegar em uma solução ponderante.
Infelizmente o Deus deste século, cega cada vez o homem, em sua busca pelo preenchimento do vazio de cada um.

Abçs
Sandre

Cassius Vallim... disse...

Não só acho que deve ser punida, como acho que deveriam dobrar a pobrezinha da mãe (tadinha, tão doentinha com sua depressão óóó que dó) e socar dentro de uma lata de lixo também! Fechar bem pra ela não sair... e ainda jogar um caminhão de merda em cima dela!

Bejos.

Amanda Tavares disse...

Olá, Juliana, vi seu comentário no meu blog, vim retribuí a visitinha e gostei muito do seu bloguinho. Sobre o seu post, essa é realmente uma situação onde os casos devem ser analisados individualmente para que haja o mínimo de injustiças. Depressão pós-parto não justifica atitudes desse porte.
E, quanto ao seu recadinho lá no meu blog, queria citar um clichê que pra mim deu muito certo, acho que vocÊ já ouviu falar: "A felicidade é como uma borboleta. Quanto mais você a persegue, mais ela se esquiva. Mas se você voltar sua atenção para outras coisas ela virá pousar calmamente nos seus ombros." Isso também vale para o amor, afinal é geralmente é ele o maior responsável pela nossa felicidade.

Add vc aos favoritos, tá?

Beijos e parabéns.

Geninho disse...

Oi... Não é a toa que vc chama seu blog de POLÊMICA... o assunto é mesmo polêmico... Às vezes acho que a família dessa mãe (tipo o marido ou outro parente) também são displicentes. Muitas vezes percebem que está acontecendo e nao tenta ajudar e esperam o pior acontecer... Mas como disse é bem complicado.Penso que essa mãe que acorrentou teve duas escolhas, mas veja só... "não gostou do ambiente" que ele ia ficar... e decidiu deixar no seu ambiente ACORRENTADO... fala sério.. acho que quem maltrata uma criança deve ser punido sim, ela nao pediu pra nascer, e não tem culpa do que os pais são.
Parabénnnns, pelo post.

Mary disse...

Pessoas que passam por isso precisam de atendimento médico orientado por uma psicóloga,são pessoas doentes, tem que ser tratadas.
Bjs e obrigada pelas visitinhas.

Vera disse...

Ô coisa complicada de avaliar Jú!
Realmente cada caso é um caso. uma mãe que joga um recém-nascido numa lata de lixo, não é mãe e nem é bicho, pq bicho cuida da cria ferozmente...é uma "coisa". Esse tipo de mãe eu acho que tem que pagar sim pelo que fez.
Já o caso de depressão pós-parto, acho que existe mesmo, mas prá acabar gerando um crime, já é mais que depressão... é doideira mesmo!
E quanto a acorrentar filho prá tentar coibir o uso de drogas...isso é mais complicado ainda. Deve ser de enlouquecer, uma mãe ver seu filho se acabando por conta dessas coisas e não saber como lidar com o problema. Já tive caso em família e dava dó de ver o quanto os pais tentavam e não conseguiam nada! Mesmo com ajuda de entidades do segmento!
Não tenho resposta prá isso também! É de dar nó na cabeça da gente!
Bjks!!!

Monique Lôbo disse...

Oi Ju, obrigada pelo carinho! E desculpa o meu sumiço.
Olha eu acho que as mães desnaturadas devem sim serem punidas, porque uma depressão pos-parto não é justificativa para atos cruéis. Sobre aquelas mães que se tornam co-dependentes dos filhos drogasdos,etc, eu acho que essas precisam de tratamento tanto quanto os filhos. E não acho certo elas subirem morro pra comprar drogas para eles, nem dar diheiro, mesmo que sob a justificativa de que faz isso por medo dele morrer, não é assim que ela vai ajudar o filho, ela só está contribuindo mais ainda para ele continuar com o vicio.
Ótimo debate Ju!!

Bjãoo

Sementinha de Francisco e Clara disse...

O mundo inteiro está repleto de pessoas que maltratam crianças e idosos, ou seja, os mais indefesos. E ocorre sempre a mesma pergunta: maldade ou doença?
Diante das atrocidades que ocorrem diariamente no mundo, não vou mentir, minha opinião volta-se quase que imediatamente para o lado da maldade. Mas sei perfeitamente que existe a doença tb e deve ser procurado um tratamento adequado para cada caso.
Porém, particularmente falando de justiça humana, vemos claramente como a legislação deixa brechas que os próprios legisladores posteriormente não sabem como contornar.
Assim sendo, necessário se faz uma investigação minuciosa a respeito de cada caso, com profissionais específicos.
E que seja feita justiça aos pequeninos, indefesos e excluídos da sociedade! Pois estes sempre que levam a pior.
Bjinho! Boa Semana.

Guilherme Ramos disse...

Olá, Ju!
Obrigado por sua visita em meu blog! (aliás, será sempre bem-vinda!)
Eu me considero um SORTUDO por ter pessoas como vc acessando-o. No mais, vamos nos falando, ok?
Bjinho!

José António disse...

Olá amiga Ju,

Venho fazer uma visitinha e desejar-te uma execelente semana.

Espero a tua visita e espero que aceites meu AWARD que ofereço com todo o meu carinho e amizade.

Votos de uma execelente semana.
Beijinhos deste teu amigo José António

Simples assim... disse...

Nossa Jú, corajosa vc ao postar um assunto como esse!!!! Bom, depressão pos parto existe sim, eu já tratei algumas pacientes com isso e realmente elas não tem noção de seus atos, e a punição nesse caso é um tratamento, já q elas não tem controle dos seus atos, agora, acorrentar um filho para protegê-lo, eu não sei...ainda não sou mãe e não sei como reagiria se fosse comigo, só sei que a educação bem dada, desde q o bb está na barriga da mãe, esse é o melhor remedio, q previne tudo de ruim q possa acontecer...

ccoppola disse...

Gostei muito do seu artigo. Estou preparando um trabalho a respeito.
Mães desesperadas acorrentam os filhos por amor.
Não desejam vê-los morrer e definhar, sem que uma atitude seja tomada.
A obrigação é toda do estado, que se omite quando não acolhe esses jovens.
Tanto dinheiro desviado, tanta demagogia.... Dinheiro em cuécas, meias, etc.
Conselhos Tutelares que nada tutelam ( quem são eles? que preparo tem?).
Parabéns, mas se queria polemizar, conseguiu e com galhardia.
Valeu mesmo.